
Diluída em um cálice de vinho
Bebo os dessabores da vida
Retiro o véu que disfarça o rosto
No pálido sorriso o gosto
Doce de uva ácida
Tranco no peito a sua falta
Escrevo em líquidas linhas
Rubras letras vítreas
Atiro contra o chão a taça
Fragmento a minha farsa.